Jogos de 2025
A cada ano, tento compilar uma lista de jogos, livros e filmes que experimentei. Para a lista completa, confira as Avaliações. Lá vamos nós (ordenados por classificação e depois alfabeticamente)!
Terminados
- Ghost of Tsushima (): Uma carta de amor ao cinema de samurai que merece cada frame. Deslumbrante, emocionante e mecanicamente sublime — um dos melhores mundos abertos já criados.
- Kingdom Come Deliverance: RPG medieval brutalmente autêntico onde você não é ninguém e precisa conquistar tudo. Irregular em partes, inesquecível como um todo.
- Is This Game Trying To Kill Me (): Um meta-puzzle inteligente onde o jogo-dentro-do-jogo invade sua cabana de formas assustadoras e inventivas. Curto (como elogio).
- Outer Wilds Echoes of the Eye: Mais sombrio e opressivo que o jogo base — quase desconfortavelmente. Um desvio ousado que recompensa a paciência com um pavor genuíno.
- Paradise Killer (): INSANO! Não se deixe enganar pelos visuais. Incrível. Amando esse jogo de detetive onde, até onde sei, você pode chegar a qualquer conclusão que quiser.
- Stray (): Belissimamente construído, como a maioria dos jogos da Annapurna. Jogar como um gato é delicioso, apesar de ser mais chegado em cachorro.
- Exit 8 (): Um loop de terror liminar construído sobre observação e inquietação. Premissa ingenuamente simples que pune a distração — e o tédio.
- Mouthwashing (): Terror psicológico no seu melhor. Como não sou muito fã de horror, a curta duração é muito bem-vinda.
- The Operator (): Um tenso puzzle de despacho com peso moral em cada chamada. Silencioso e perturbador da melhor forma.
- The Outer Worlds (): Jogando bastante por estar acompanhando recentemente o canal do seu criador, Tim Cain.
- The Still Wakes the Deep (): Terror escocês claustrofóbico em uma plataforma de petróleo em colapso. Atmosfera densa o suficiente para afogar, mesmo com gameplay enxuta.
- Dying Light (): Parkour com zumbis bem executado. O gameplay é tenso; a história, nem tanto.
- Overtime Anomaly (): Um caça-anomalias competente que cumpre seu papel sem se estender demais.
- Trash Goblin (): Um charmoso simulador de acumulação de bugigangas.
Ainda Jogando
- Doki Doki Literature Club: Fora do comum para o seu gosto, mas as avaliações despertaram interesse.
- Lorelei and the Laser Eyes ():
- Card Shark (): Um jogo inteligente e ousado de esperteza e trapaça. Narrativa magistral combinada com mecânicas de prestidigitação que prendem do início ao fim.
- Ghost Trick (): Uma abordagem fresca para a resolução de puzzles com um humor japonês peculiar.
- Inscryption (): Começa como um jogo de cartas inteligente, mas rapidamente se transforma em uma obra-prima narrativa com camadas de meta-storytelling. Uma aventura selvagem por diferentes gêneros.
- Paradigm (): Jogo de aventura no estilo antigo com um humor incrível, mas nem para todos.
- The Dungeon of Naheulbeuk: Não esperava, mas é um RPG clássico de turno genuinamente engraçado com humor de primeira.
- Deaths Door: Uma jornada encantadora e desafiadora por um mundo de almas e segredos. Combate preciso e melancolia silenciosa se combinam perfeitamente.
- Desktop Dungeons (): Joguei uma versão demo web há anos e gostei tanto que cheguei a comprar Dungeons of Dredmor por engano. Nunca lembrava o nome do que eu tinha gostado, mas recentemente fizeram um remaster e liberaram o original gratuitamente. Muito inteligente e difícil.
- Need for Speed Hot Pursuit Remaster: Adrenalina em alta velocidade com um toque nostálgico, mas o polimento só vai até certo ponto.
- Overland (): Um jogo de puzzle com temática pós-apocalíptica.
- Tunic (): Ainda no início. Não curto jogos com histórias vagas demais. Mas esse parece ter um motivo.
- Very Little Nightmares (): Pavor atmosférico e diversão em escala reduzida.
- Ghost of a Tale (): mpanhei o desenvolvimento por bastante tempo por ter sido feito em Unity. Parece encantador e intrigante.
- XCOM 2 (): Hora de mergulhar nesse tão elogiado jogo de estratégia.
Não terminado ainda (por um motivo ou outro)
Muitos projetos mal começados. Instalados para testar, mas principalmente em um limbo - em andamento ou acumulando poeira. Contos inacabados de exploração e hesitação.
- Disco Elysium: Uau! Ganhei do meu irmão no aniversário, tive apenas alguns minutos para jogar, mas já promete ser um favorito.
- GRIS: Primeiro nível lindo.
- Shadow Tactics: Gostei do raciocínio nesse jogo. Definitivamente um que tentarei terminar mais cedo do que tarde.
- Deus Ex Mankind Divided: Gostei do primeiro, Deus Ex Human Revolution, mas esse é bem inferior. A história não é boa e o gameplay não está sendo divertido até agora.
Sempre Jogando
Alguns que jogo eventualmente. A maioria deles são jogos de estratégia. Nada novo em relação à lista do ano passado, exceto:
- Crusader Kings 3 (): Devorador de tempo, como muitos títulos da Paradox Paradox.
- While True Learn: Puzzles de programação lógica. Incrivelmente divertido e desafiador para um programador. Os bônus especiais por soluções otimizadas exigem múltiplas jogadas em cada cenário.
- Baba Is You (): Joguei alguns níveis, até o segundo ou terceiro “mundo.” SUPER inteligente.
- Horizon Chase Turbo (): Uma carta de amor aos arcades clássicos de corrida. Diversão pura e nostálgica, embora ocasionalmente falte profundidade.
Próximos jogos na minha mira
Finalmente, aqui está uma lista de jogos que já tenho em minha coleção e planejo jogar nos próximos meses. É um pouco ridículo falar sobre o próximo jogo, considerando a quantidade de jogos inacabados, mas o catálogo é tão vasto que posso me dar ao luxo de jogar com antecedência.
- Heavy Rain: Animado para mais uma experiência narrativa para jogar com a esposa.
- Hitman: Esperando uma abordagem mais relaxada dessa vez, após uma run perfeccionista em Contracts.
- Prey Mooncrash: Sou fã de ideias de viagem/loop temporal. Comprei, mas dias depois ganhei Deathloop () (jogo seguinte da mesma empresa) de graça.
- We Are There Together: Comprado para jogar com a esposa, mas não está no Play Together do Steam. Pensando em convencer outra alma a jogar comigo.


